Inventário
Sistemas, modelos, agentes, funcionalidades incorporadas e usos ainda não formalizados.
VGrid Saúde · Governança e segurança de IA
A VGrid ajuda hospitais, clínicas, healthtechs, diagnóstico e operadoras a identificar usos de IA, classificar riscos, definir responsabilidades, avaliar fornecedores, proteger dados e manter evidências para decisão, auditoria e fiscalização.
Liderança sênior na entrega · Rafael Lotfi Marrocos Leite
Os maiores riscos aparecem quando uso, responsabilidade e evidência evoluem em velocidades diferentes.
Sistemas, copilotos, agentes e funcionalidades embarcadas operam sem dono, finalidade, risco ou aprovação formal.
A recomendação afeta conduta sem critério claro de revisão, autoridade médica, override e rastreabilidade.
Prontuários, exames ou diagnósticos chegam a LLMs e terceiros sem análise suficiente de finalidade, sigilo, retenção e segurança.
Contratos e integrações não esclarecem suboperadores, treinamento do modelo, incidentes, mudanças, logs e responsabilidades.
O possível enquadramento como SaMD, a classe de risco e a documentação aplicável não foram analisados caso a caso.
Desempenho, vieses, drift, novas versões e incidentes não alimentam um ciclo contínuo de decisão e melhoria.
Governança demonstrável conecta decisões clínicas e administrativas a responsáveis, controles e evidências verificáveis.
Sistemas, modelos, agentes, funcionalidades incorporadas e usos ainda não formalizados.
Finalidade, impacto, autonomia, criticidade clínica, intervenção humana e dados tratados.
Papéis claros para direção técnica, médicos, tecnologia, segurança, privacidade, qualidade e fornecedores.
Julgamento crítico, autoridade médica, revisão e possibilidade real de rejeitar recomendações.
Informação acessível, recusa informada e registro do apoio de IA quando aplicável.
Finalidade, necessidade, acesso, compartilhamento, nuvem, integrações, continuidade e incidentes.
Desempenho, limitações, vieses, subgrupos, mudanças, falhas e drift ao longo do ciclo de vida.
Decisões, avaliações, contratos, treinamentos, relatórios, logs e ações corretivas auditáveis.
A VGrid organiza uma visão executiva do estágio atual, identifica lacunas prioritárias e estrutura um plano de decisão. O recorte, as entrevistas e o prazo são definidos conforme a instituição e os casos de uso.
Solicitar avaliação de prontidãoEntregáveis definidos no escopo
A avaliação não constitui certificação, parecer jurídico definitivo, validação clínica, autorização sanitária ou garantia de conformidade.
Para a leitura específica da norma, seus requisitos de governança, avaliação de risco, supervisão humana e evidências, consulte a página de Resolução CFM nº 2.454/2026. Esta página permanece dedicada ao programa setorial de governança de IA em hospitais, clínicas, grupos médicos e healthtechs.
Cada frente pode ser contratada isoladamente ou combinada conforme risco, produto e maturidade.
Inventário inicial, triagem de risco, responsabilidades, política, controles de fornecedor, comunicação, registro e treinamento.
Modelo operacional integrado a CFM, LGPD, segurança, ISO/IEC 42001 e requisitos de produto aplicáveis.
Estruturação de critérios, processo e evidências para validação local, desempenho por subgrupos, supervisão e monitoramento pelos profissionais responsáveis.
Diligência de soluções e contratos antes da contratação, renovação, integração ou expansão.
Segurança e privacidade para LLMs, agentes, nuvem, integrações, dados sensíveis e continuidade clínica.
Triagem de enquadramento e preparação documental quando houver finalidade médica pretendida. Não representa registro ou decisão da Anvisa.
Identificar uso, contexto clínico, dados, fornecedores e responsabilidades.
Classificar risco, criticidade e lacunas com critérios claros e proporcionais.
Criar processos, políticas, controles, treinamentos e evidências.
Operar decisões, monitoramento, incidentes, fornecedores e auditoria.
Atualizar o sistema conforme tecnologia, evidência, operação e regulação mudam.
Suporte contínuo ao inventário, avaliações, instância de governança, fornecedores, indicadores, auditorias, incidentes e atualização regulatória.
A instância de governança é desenhada conforme o contexto. A Comissão de IA e Telemedicina prevista pelo CFM é tratada quando aplicável à adoção de sistemas próprios de IA.
IA clínica e administrativa, prontuário, imagem, leitos, faturamento, atendimento e segurança do paciente.
Copilotos, transcrição, telemedicina, triagem, comunicação com pacientes e integrações.
Produtos com IA, diligência de clientes, governança de ciclo de vida e requisitos aplicáveis ao produto.
Imagem, patologia, priorização, apoio ao laudo, desempenho por população e monitoramento.
Autorização, auditoria, antifraude, atendimento, cuidado e decisões com impacto sobre beneficiários.
Desenvolvimento, estudos, fornecedores, dados, software regulado e expansão internacional.
Integração entre direção, clínica, tecnologia, segurança, jurídico, privacidade, qualidade e fornecedores.
ISO/IEC 42001 sustentada por competências em ISO/IEC 27001, ISO/IEC 27701, LGPD e AI Security.
Projetos liderados por profissional Lead Implementer e Lead Auditor nas ISO/IEC 42001, 27001 e 27701.
A VGrid implementa, realiza readiness e auditoria interna com segregação de papéis; a certificação é emitida por organismo independente.
A norma alcança pesquisa, desenvolvimento, validação, implantação, contratação, governança, auditoria, monitoramento, capacitação e uso de IA na medicina. Na prática, exige que riscos, papéis, supervisão humana, informação ao paciente, registro, segurança, fornecedores e monitoramento possam ser demonstrados.
Na TIC Saúde 2025, 18% dos estabelecimentos brasileiros com computador declararam usar IA. Entre as unidades com mais de 50 leitos, o percentual chegou a 31%.
Em levantamento com 102 hospitais associados à Anahp, 82% relataram dispor de algum recurso de IA, enquanto 74% se consideraram pouco preparados para as transformações clínicas dos dois anos seguintes.
Soluções conectadas
VGrid Saúde combina Governança de IA, LGPD e IA, AI Security, due diligence de fornecedores e ISO/IEC 42001 com leitura específica do contexto assistencial.
Quando a prioridade imediata é a leitura artigo por artigo da norma médica, o roteiro de adequação à Resolução CFM reúne publicação, período de adaptação, classificação de risco, supervisão humana, comissão e evidências exigidas. O programa setorial desta página permanece o caminho para operar essas decisões de forma continuada.
Conteúdo atualizado em 11 de agosto de 2026. Requisitos e interpretações devem ser reconfirmados para o contexto e a data da decisão.
Solicite uma conversa inicial para delimitar os casos de uso, o contexto regulatório e a avaliação de prontidão mais adequada.