Consultoria · Governança Corporativa de IA

Consultoria de Governança de IA

A VGrid é uma consultoria especializada em Governança Corporativa de IA. Estruturamos políticas, papéis, avaliação de risco, controles, supervisão humana e evidências sobre o uso de inteligência artificial, com a norma ISO/IEC 42001, o framework voluntário NIST AI RMF, o framework FATE e a regulação aplicável a cada operação.

Resumo executivoAtualizado em
  • Consultoria de Governança de IA é o trabalho de definir responsabilidades, políticas, avaliação de risco, controles, supervisão humana e evidências sobre o uso de IA na organização.
  • A referência normativa é a ISO/IEC 42001:2023 (sistema de gestão de IA). O NIST AI RMF é framework voluntário e o Regulamento (UE) 2024/1689 é regulamento legal com escopo próprio.
  • O escopo pode ir da análise de lacunas à operação continuada, incluindo FATE (equidade, responsabilização, transparência e ética) e AI Security.
  • Escopo, cronograma e investimento são definidos após a avaliação inicial. Não publicamos faixa de preço nem prazo padrão.
  • A certificação ISO é emitida por organismo certificador acreditado. A VGrid implementa, audita internamente e prepara a organização.
O problema

O que costuma estar exposto quando a IA avança sem governança

A adoção de IA generativa e de agentes autônomos avançou mais rápido que a estrutura de controle. Clientes, auditores, conselhos e reguladores começaram a pedir evidências.

ISO/IEC 42001 cobrada em RFPs e due diligence

A norma de sistema de gestão de IA já aparece em processos de compra, auditoria de fornecedores e diligência de investidores, sem que exista AIMS implementado para responder.

Exposição regulatória não mapeada

O Regulamento (UE) 2024/1689 tem escopo próprio e aplicação escalonada, e o PL 2338/2023 segue em tramitação. Sem leitura do papel exercido, a organização não sabe o que se aplica a ela.

Uso de IA sem inventário nem política

Ferramentas de IA generativa em uso sem aprovação, sem registro, sem critério de dado permitido e sem responsável designado.

Decisões automatizadas sem rastreabilidade

Ausência de documentação de modelo e de dados, sem critérios de equidade declarados e sem trilha que permita reconstituir uma decisão.

Nenhuma área responde formalmente pela IA

TI, jurídico, segurança e negócio dividem o tema sem RACI. O conselho pede reporte e não há estrutura que o produza.

Documento sem operação

Política aprovada e treinamento pontual não sustentam auditoria. Sem controle, evidência, indicador e rito de comitê, o programa não se demonstra.

Escopo possível

Frentes possíveis da consultoria

O programa é modular. A combinação de frentes é definida na avaliação inicial, conforme inventário de sistemas de IA, criticidade dos usos e maturidade de gestão já existente.

  • Avaliação inicial e análise de lacunas

    Leitura do ambiente, inventário dos sistemas de IA em uso (próprios, contratados e embarcados) e comparação com os requisitos da ISO/IEC 42001:2023 e do NIST AI RMF.

  • Implementação do sistema de gestão de IA (AIMS)

    Política de uso de IA, contexto e escopo, papéis e responsabilidades, avaliação de impacto (AIIA), gestão de riscos e controles do Anexo A, conforme cláusulas 4 a 10 da norma.

  • Adequação preventiva à regulação aplicável

    Leitura do Regulamento (UE) 2024/1689 conforme o papel exercido pela organização, acompanhamento do PL 2338/2023 (em tramitação) e mapeamento de requisitos setoriais.

  • Auditoria interna e preparação para certificação

    Auditoria interna conduzida por profissional com credencial Lead Auditor ISO/IEC 42001, plano de tratamento de não conformidades e preparação da organização para a auditoria externa.

  • Operação continuada da governança

    Ritos do comitê, atualização de evidências, revisão periódica de risco e indicadores, mantendo o programa vivo entre ciclos de auditoria.

  • Capacitação por público

    Trilhas distintas para alta direção, comitê, times técnicos e usuários finais, com foco em uso ético, consciente e seguro de IA.

Risco, ética e FATE

Framework FATE aplicado à operação

FATE (Fairness, Accountability, Transparency, Ethics) organiza a camada de risco e ética do programa, incluindo a avaliação de vieses e riscos de discriminação em sistemas que afetam pessoas, e se conecta ao processo de avaliação de impacto do sistema de gestão de IA.

  • Fairness (equidade): avaliação de vieses e riscos de discriminação

    Avaliação de vieses e riscos de discriminação por caso de uso: definição de critérios de equidade, medição de disparidade entre grupos afetados, exame das bases de dados e do desenho do modelo, documentação das métricas escolhidas e registro das decisões de trade-off. Quando há decisão automatizada sobre pessoas, o resultado alimenta a avaliação de impacto do sistema de gestão de IA e o ponto de supervisão humana.

  • Accountability (responsabilização)

    Cada sistema de IA tem responsável identificado, escopo de decisão autorizado, ponto de supervisão humana e trilha de evidências para revisão posterior.

  • Transparency (transparência)

    Documentação de modelo e de dados, informação a pessoas afetadas quando aplicável e rastreabilidade suficiente para reconstituir como uma decisão foi produzida.

  • Ethics (ética aplicada)

    Usos vedados declarados, análise de impacto sobre pessoas e canal formal de contestação, ligados ao processo de avaliação de impacto do AIMS.

AI Security e Shadow AI

Segurança aplicada a sistemas de IA

Governança sem controle técnico não se sustenta. Aqui, monitoramento significa acompanhamento de sistemas de IA, riscos, incidentes e indicadores — nunca vigilância de pessoas.

  • Uso não governado de IA (Shadow AI)

    Descoberta e inventário de ferramentas de IA generativa em uso sem aprovação, definição de usos permitidos e controles de prevenção de perda de dados aplicáveis ao contexto.

  • Riscos específicos de sistemas de IA

    Tratamento de prompt injection, extração de dados de treino, envenenamento de dados, uso indevido de modelos e exposição de credenciais em integrações.

  • Guardrails técnicos e operacionais

    Definição de guardrails de entrada e de saída (filtros de conteúdo, limites de contexto, mascaramento de dados pessoais, listas de usos vedados) com registro de eventos e revisão humana nos pontos de decisão sensível. Os guardrails são tratados como controle documentado do AIMS, com dono, evidência e critério de teste.

  • Agentes autônomos e integrações

    Limitação de escopo, autenticação, registro de ações e revisão humana em agentes com permissão de execução sobre sistemas corporativos.

  • Conexão com segurança e privacidade

    ISO/IEC 27001, ISO/IEC 27701 e LGPD funcionam como camadas de sustentação do programa de IA, reaproveitando controles já implantados em vez de duplicá-los.

O que entregamos

Entregáveis da consultoria

Cada frente produz artefato verificável. O conjunto exato de entregáveis é definido no escopo acordado após a avaliação inicial.

Relatório de análise de lacunas

Inventário de sistemas de IA e comparação com os requisitos da ISO/IEC 42001 e do NIST AI RMF, com lacunas priorizadas por risco.

Política corporativa de uso de IA

Política aprovada pela alta direção, com usos permitidos, usos vedados, critérios de dado e regras de supervisão humana.

Documentação do AIMS

Contexto, escopo, processos do ciclo de vida, registro de riscos, avaliação de impacto (AIIA) e declaração de aplicabilidade dos controles do Anexo A.

Estrutura de governança e RACI

Comitê de IA com ritos formais, papéis por sistema (responsável pelo modelo, responsável pelo risco) e fluxo de decisão documentado.

Controles de AI Security e Shadow AI

Inventário de ferramentas, critérios de uso permitido, requisitos de prevenção de perda de dados e tratamento de riscos específicos de IA.

Avaliação de vieses e auditoria interna

Relatório de avaliação de vieses e riscos de discriminação nos casos de uso priorizados, relatório de auditoria interna, plano de tratamento de não conformidades e painel de indicadores para revisão periódica pelo comitê.

Base normativa

Referências normativas utilizadas

Cada instrumento tem natureza e efeito distintos. Tratá-los como equivalentes é uma das principais fontes de erro em programas de IA.

  • ISO/IEC 42001:2023

    Norma internacional de sistema de gestão de IA (AIMS), com requisitos auditáveis. A certificação é emitida por organismo certificador acreditado e independente.

  • ISO/IEC 23894:2023

    Norma de orientação (guidance) para gestão de risco de IA. Não é certificável e não substitui a ISO/IEC 42001: fornece o vocabulário e o processo de risco que alimentam o AIMS, alinhados à ISO 31000.

  • NIST AI RMF 1.0

    Framework voluntário de gestão de risco de IA, organizado nas funções Govern, Map, Measure e Manage. Não é certificável.

  • Regulamento (UE) 2024/1689 (EU AI Act)

    Regulamento legal europeu, com escopo definido no art. 2 e aplicação escalonada. O alcance depende do papel exercido, do sistema e do uso do resultado.

  • PL 2338/2023

    Projeto de lei brasileiro sobre inteligência artificial, ainda em tramitação. O tratamento adequado hoje é adequação preventiva, não conformidade declarada.

Como funciona

Como a consultoria é conduzida

01

Ler

Avaliação inicial com as áreas envolvidas: contexto, sistemas de IA em uso, exposição regulatória conforme o papel exercido e maturidade de gestão.

02

Priorizar

Análise de lacunas frente à ISO/IEC 42001 e ao NIST AI RMF, definição de escopo do AIMS e sequenciamento das frentes por risco e por dependência interna.

03

Implantar

Construção da política, dos processos, da avaliação de impacto, da gestão de risco, do FATE aplicado e dos controles do Anexo A, com evidência gerada em ambiente real.

04

Governar

Comitê em operação, papéis atribuídos, indicadores em uso, auditoria interna por profissional com credencial Lead Auditor e plano de tratamento das não conformidades.

05

Evoluir

Ciclo periódico de revisão de risco, atualização de evidências, acompanhamento regulatório e suporte durante a auditoria externa do organismo certificador.

Limites do trabalho

O que esta consultoria não promete

Transparência sobre limites é parte do método. Nenhum desses pontos é negociável em proposta.

  • A VGrid não emite certificação

    A certificação ISO é emitida exclusivamente por organismo certificador acreditado. A VGrid atua na implementação, na auditoria interna e no readiness, e não emite certificação.

  • Conformidade não é declarada por consultoria

    Conformidade regulatória é verificada pela autoridade competente. O trabalho da VGrid produz adequação preventiva, aderência documentada e prontidão para auditoria.

  • Escopo, prazo e investimento vêm depois da avaliação

    Não publicamos faixa de preço nem prazo padrão. Escopo, cronograma e investimento são definidos após a avaliação inicial, conforme inventário de sistemas, criticidade e maturidade.

  • Independência tecnológica

    Não revendemos licença de software. Quando alguma plataforma é recomendada, o critério é aderência ao método e ao contexto da organização.

Credenciais

Quem conduz o trabalho

Rafael Lotfi Marrocos Leite (Founder & CEO · VGrid) responde tecnicamente pelos programas. As credenciais abaixo são individuais e verificáveis, e não são atribuídas à empresa.

  • ISO/IEC 42001 Lead Implementer
  • ISO/IEC 42001 Lead Auditor
  • ISO/IEC 27001 Lead Implementer
  • ISO/IEC 27001 Lead Auditor
  • ISO/IEC 27701 Lead Implementer
  • ISO/IEC 27701 Lead Auditor

As certificações acima são emitidas pela PECB e pertencem pessoalmente a Rafael Lotfi; não são certificações da VGrid nem atestam conformidade de clientes. A credencial Lead Auditor é o que permite conduzir auditoria interna válida sob a cláusula 9.2 da ISO/IEC 42001. Perfil completo em página do autor e no institucional da VGrid.

Por onde continuar

Para entender o tema antes de contratar, veja o hub de Governança de IA e o Método VGrid. Para projetos voltados à norma, vá para ISO/IEC 42001 ou Consultoria ISO 42001. Para execução do programa, Implementação de Governança de IA. Para operação continuada, AI Governance as a Service. Para critérios de escolha de fornecedor, como escolher uma consultoria. Entre as frentes regulatórias específicas atendidas em setores regulados está a adequação à Resolução CFM para instituições médicas e healthtechs.

FAQ

Perguntas frequentes

Organizações atendidas

  • Travel Inn
  • Ibracem
  • Tial

Depoimentos

Relatos de organizações atendidas.

Depoimentos reais publicados de forma anônima, por decisão editorial e por respeito aos acordos de confidencialidade. Identificação apenas por área e setor.

  • “A estruturação nos deu inventário de sistemas de IA, política de uso e uma matriz de riscos que a diretoria consegue ler e discutir.”

    Diretoria de Tecnologia · Hotelaria

  • “O ponto mais útil foi separar o que era exigência normativa do que era decisão interna. Isso reduziu discussão e acelerou aprovação.”

    Jurídico e Compliance · Educação corporativa

  • “Passamos a ter registro de quem aprova cada uso de IA, com evidência para auditoria interna e para clientes que pedem essa comprovação.”

    Gerência de Segurança da Informação · Serviços de tecnologia

  • “A avaliação apontou usos de IA que não estavam mapeados e definiu critérios claros para autorizar ou bloquear cada ferramenta.”

    Diretoria Executiva · Indústria e distribuição

Não existe correspondência entre os logos exibidos e os relatos publicados. Logos e depoimentos são apresentados de forma independente.

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