Quando uma empresa recebe uma denúncia ou suspeita de assédio sexual ou moral, a resposta precisa ser rápida, sigilosa e baseada em evidências. Sem monitoramento, a investigação depende exclusivamente de depoimentos, o que fragiliza o processo e expõe a empresa juridicamente.
O desafio de investigar assédio sem evidências digitais
- Depoimentos são subjetivos e podem ser contestados
- Comunicações de assédio acontecem em chats, e-mails e mensagens
- Sem registro, a empresa não consegue comprovar nem refutar
- A inação expõe a empresa a ações trabalhistas e responsabilidade solidária
A Lei 14.457/2022 exige que empresas com CIPA adotem medidas de prevenção e combate ao assédio, incluindo canais de denúncia e mecanismos de acompanhamento. Monitoramento corporativo é uma das ferramentas para cumprir essa obrigação.
Como o monitoramento ajuda na investigação
- Registro de comunicações em e-mails e chats corporativos
- Detecção de palavras-chave e padrões de linguagem abusiva
- Captura de tela e gravação de sessão como evidência
- Trilha de auditoria com data, hora e contexto
- Relatórios sigilosos para RH, jurídico e comitê de ética
Monitoramento preventivo e compliance
A VGrid implanta monitoramento corporativo com políticas específicas para detecção de conduta abusiva, respeitando a LGPD, garantindo governança e produzindo evidências admissíveis para investigações internas.
Conteúdo produzido pela equipe da VGrid, consultoria brasileira especializada em monitoramento corporativo, insider risk, DLP, governança operacional e conformidade.
